Arquivo mensais:julho 2014

Informações sobre Haicai

32º Concurso Literário Yoshio Takemoto

(haicai)

Endereço : 32o Concurso Literário Yoshio Takemoto, Rua Vergueiro, 819, sala 2, São Paulo, SP, 01504-001.

Prazo : O prazo de envio dos trabalhos é 15 de outubro de 2014, valendo a data de carimbo dos correios.

Os trabalhos devem ser apresentados em três vias, identificadas apenas com o pseudônimo escolhido pelo autor, acondicionadas num único envelope grande. Dentro do envelope grande, será incluído também um envelope menor, fechado e identificado com o pseudônimo do autor. Esse envelope conterá uma folha com as seguintes informações: pseudônimo, títulos das obras inscritas, nome do autor, endereço postal, email, telefone e biografia de até dez linhas.

João Toloi

7º Concurso de Haicai Masuda Goga

A Associação Cultural Nikkei Bungaku do Brasil, em parceria com o Grêmio Haicai Ipê, promove o 7º CONCURSO DE HAICAI “MASUDA GOGA”, aberto ao público em geral, com o objetivo de divulgar o haicai.

Masuda Goga (1911-2008) foi mestre de haicai em japonês e português. Jornalista, escritor e artista plástico, foi um dos fundadores, em 1987, do Grêmio Haicai Ipê. Em 2004, recebeu o “Masaoka Shiki International Haiku Prize”, por seu esforço na divulgação do haicai no Brasil. Como forma de celebrar sua memória, foi instituído o Concurso de Haicai “Masuda Goga”.

1. Definição de Categorias

Infanto-juvenil: participantes com idade inferior a 15 anos
Adulto: maiores de 15 anos

2. Condições de participação

A simples participação no concurso implica na aceitação das condições aqui estabelecidas.
Cada participante poderá inscrever apenas um haicai, inédito e de sua própria autoria.
Para os efeitos deste concurso, entende-se por haicai o poema, sem título, estruturado em três versos de aproximadamente 5, 7, 5 pés métricos. O tema escolhido deve constar, obrigatoriamente, de um dos versos.
Os trabalhos devem ser escritos em língua portuguesa.
Com a devida citação de autoria, os participantes autorizam os organizadores a fazerem uso dos trabalhos apresentados na divulgação de eventos futuros sem valor comercial.
Fica vedada a participação de membros do Grêmio Haicai Ipê ou da Associação Cultural Nikkei Bungaku do Brasil, organizadores do concurso.
Os trabalhos inscritos não serão devolvidos.

3. Temas

O tema do 7º Concurso de Haicai Masuda Goga é “Coruja”. Esta palavra deve constar obrigatoriamente no texto do haicai.

4. Inscrição

Os trabalhos deverão ser inscritos exclusivamente por via postal.

Instruções: Em uma folha branca, tamanho A4, imprima ou datilografe o haicai. No rodapé da folha, informe seu nome, categoria (infanto-juvenil ou adulto), endereço postal, telefone para contato e email. Coloque em um envelope e envie para:

Nikkei Bungaku do Brasil

A/C 7º Concurso Masuda Goga

Rua Vergueiro, 819, sala 2

São Paulo, SP

01504-001

5. Prazo de entrega

O prazo para entrega dos trabalhos encerra-se no dia 29 de agosto de 2014, valendo como prova de cumprimento de prazo o carimbo dos Correios.

6. Seleção e julgamento

Os haicais serão avaliados por uma comissão julgadora composta por membros do Grêmio Haicai Ipê.
Os melhores trabalhos serão classificados até o 5º lugar em cada uma das categorias.
A decisão da comissão julgadora é irrecorrível.

7. Premiação e Divulgação

Cada classificado receberá, como prêmio, um diploma e um exemplar da revista Brasil Nikkei Bungaku.
Os resultados serão divulgados pela internet, a partir de 15 de outubro de 2014, nos endereços www.nikkeibungaku.org.br ewww.kakinet.com/bnb.
Os classificados serão avisados após a data acima, preferencialmente por e-mail.
A cerimônia de premiação será realizada na cidade de São Paulo, em dia, horário e local a serem estabelecidos posteriormente.
8. Informações

Pelo email bnb@kakinet.com

Participação dos nossos jovens no projeto copa do mundo 2014 – ensaios

Brasil na Copa do Mundo FIFA

A Seleção Brasileira é a única a participar de todas as copas do mundo de futebol. É também a única seleção pentacampeã mundial.

Uruguai 1930

No Uruguai, em 1930, o Brasil esteve presente para a disputa da 1ª Copa do Mundo, mas um desentendimento entre times do Estado do Rio de Janeiro e times do Estado de São Paulo, ao preparar a escolha de seus jogadores, fez com que os melhores jogadores não participassem. A seleção entrou em um triangular com Iugoslávia e Bolívia, onde somente o primeiro do grupo se classificaria. A Iugoslávia venceu o Brasil por 2 gols a 1, porém venceu a Bolívia, sendo eliminado na primeira fase.

Itália 1934

Na Copa do Mundo de 1934, o Brasil foi eliminado ainda na primeira partida, no jogo contra a Espanha, onde perdeu por 3 a 1. Assim, a Seleção Brasileira aproveitou a viagem para realizar dois jogos amistosos. O primeiro em Belgrado, onde perdeu para a Seleção da Iugoslávia pelo placar 8 a 4. O segundo em Zagreb, onde empatou sem gols com o Gradjanski, uma equipe local.

França 1938
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1938
Na França, a Seleção Brasileira obteve o 3º lugar, sua melhor colocação até então nas Copas do Mundo. Eliminou a Polônia nas oitavas de final e a Tchecoslováquia nas quartas, perdendo para a Itália na semifinal. Ganhou da Suécia na disputa do 3º lugar. Leônidas da Silva conhecido como Diamante Negro, foi o artilheiro da competição com 7 gols.

Brasil 1950
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1950
Na Copa do Mundo de 1950 a Seleção Brasileira era tido como favorito ao título. Se classificou em 1º em seu grupo e, no quadrangular final, goleou Suécia pelo placar de 7-1 e Seleção Espanhola por 6-1. Precisava somente de um empate contra o Uruguai para obter o título, porém, o Uruguai venceu o Brasil por 2-1 de virada. A partida foi realizada no estádio Maracanã, construído especialmente para a Copa. A tragédia foi tão grande que o fato passou a ser chamado de “Maracanazo” pela imprensa hispânica.

Suíça 1954
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1954
Na Copa do Mundo de 1954, o Brasil, pela primeira vez, usou o uniforme com a camisa amarela e o calção azul. Depois da derrota no Mundial de 1950, o uniforme antigo (camisa branca e calção azul usado desde 1919) foi considerado azarado. A Seleção Brasileira estava em um período de entressafra, e a desorganização era tão grande, que os jogadores mal sabiam o regulamento da competição. O Brasil conseguiu se classificar, vencendo o México e empatando com a Iugoslávia, mas nas quartas-de-final enfrentou a poderosa Hungria de Kocsis e Puskás, sensação daquela Copa, e perdeu de 4-2, sendo eliminada.

Suécia 1958
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1958
O primeiro título do Brasil. A seleção ficou em 1º lugar num grupo forte, que tinha Inglaterra, União Soviética e Áustria. Ganhou com dificuldade do País de Gales, que utilizava um esquema fortemente defensivo, nas quartas-de-final. Na semifinal, goleou por 5á2 a França. A final foi disputada no Estádio Råsunda entre Brasil e Suécia. O Brasil perde o sorteio e joga de azul, ambos os times tinham o uniforme nº 1 em amarelo. A Seleção Brasileira vence por 5á2, mesmo placar que aplicara na semifinal. Nesta partida, a seleção tinha jogadores como: Pelé, Vavá, Zito, Mazzolla, Garrincha, Didi, Gilmar, Zagallio, entre outros. Assim o Brasil sagrava-se pela primeira vez Campeão Mundial de Futebol. Marcando para o mundo o surgimento de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Chile 1962
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1962
A seleção faz seu bicampeonato nesta Copa. O Brasil se classificou em 1º do grupo forte. Eliminou a Inglaterra nas quarta-de-final e o Chile na semifinal. Na final, o Brasil venceu a Tchecoslováquia por 3á1 gols. Os jogadores Garrincha, Nilton Santos, Zagallo e Vavá foram grandes destaques.

Inglaterra 1966
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1966
Na busca pelo tricampeonato, o Brasil apresentou um time desorganizado e extremamente confuso, chegando a convocar mais de 40 jogadores. A Seleção acabou eliminada ainda na primeira fase, após perder para Portugal por 3-1 gols. Partida marcada pelas jogadas violentas contra Pelé.E também foi quando fizeram seu primeiro mascote.

México 1970.
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1970
Brasil e Itália duelaram no estádio de Azteca, México, disputando o título de Primeira Seleção Tricampeã Mundial. Brasil venceu a competição por 4 x 1 gols, conquistando a Taça Jules Rimet. A Seleção Brasileira da época, que, para evitar a repetição do fiasco de 1966, realizou grande preparo físico e organização antes da Copa, foi considerada uma das melhores da História.

Alemanha Ocidental 1974
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1974
Zagallo e sua equipe, agora sem o Pelé, tentaram o tetracampeonato com um time muito discutido pela imprensa brasileira. Mas a Seleção não resistiu à inovação colocada em campo pela Laranja Mecânica da Holanda, e acabou em quarto lugar após perder para a Polônia.

Argentina 1978
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1978
A Copa da Argentina é certamente a mais suspeita das copas. O Brasil conquistou o terceiro lugar, invicto, mais empatando do que vencendo. Só não chegou à final por causa da suspeitíssima goleada de 6 a 0 da Argentina contra o Peru. Depois da vitória argentina, torcedores brasileiros foram humilhados e agredidos por torcedores locais: numa agência da Varig, sob ameaça de agressão. Nesta Copa, o técnico Cláudio Coutinho criou uma das jóias do anedotário futebolístico ao afirmar que o Brasil foi o campeão moral da competição, frase que virou motivo de gozação.

Espanha 1982
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1982
A Seleção Brasileira era considerada a melhor equipe do mundo, recheada de craques como Zico, Sócrates e Falcão, comandados por Telê Santana. Mas na partida contra a Itália, Paolo Rossi marca três gols e decreta a tragédia do Sarriá.

México 1986
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1986
Problemas variados atrapalharam o Brasil na Copa de 1986. Várias lesões atrapalharam a formação de um time tão forte quanto o de 1982: Cerezo foi cortado, Zico e Falcão não tinham condições de serem titulares. Renato Gaúcho foi cortado por indisciplina e Leandro o acompanhou, em solidariedade. No desembarque no México, Zico fazia tratamento intensivo para poder se recuperar a tempo de jogar; Júnior e Sócrates não estavam em suas melhores condições físicas. No início da Copa do México, a esperança era de repetir a campanha de 1970. Zico e companhia ganharam sofrendo os 2 primeiros jogos; o primeiro contra uma surpreendente (para a época) Espanha, e com a ajuda do juiz que não viu que o arqueiro brasileiro Carlos retirou uma bola de dentro do gol. O segundo contra a Argélia que diferente da copa anterior, não surpreendeu ninguém, o jogo poderia e deveria ter sido facil, mas não foi. Jogaram melhor nos outros dois, contra a Irlanda e depois contra a Polonia, o Brasil mostrou sua superioridade no futebol mundial. Mas acabaram eliminados nas quartas-de-final pela França de Platini nos pênaltis. Apesar dos pesares, no final das contas teve uma efetividade melhor que a poderosa seleção de 1982, mesmo apresentando um futebol inferior, mas não foi suficiente para passar pela França. Telê Santana ganhava de vez a fama de pé frio.

Itália 1990
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1990
O Brasil havia ganho a Copa América de 1989, após 40 anos sem o título, e havia animação quanto ao possível desempenho do Brasil na Copa. Mas, treinada por Sebastião Lazaroni, a Seleção Brasileira não foi bem. Utilizando pela primeira vez o esquema 3-5-2, o time foi considerado muito defensivo e com um futebol ultrapassado. A Seleção obteve magras vitórias na primeira fase. O confronto entre Brasil e Argentina pelas oitavas de final foi um dos piores jogos da historia da copa. A lesão de Romário e a falta de união do grupo de jogadores foi apontada como a principal causa para a eliminação. Com o ambiente interno dividido por intrigas entre jogadores e comissão técnica. O futebol sofreu um grande abalo emocional após esta copa. Tendo reflexo inclusive nos espaços na mídia.

Estados Unidos 1994
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1994
Após um jejum de 24 anos sem conquista, a equipe brasileira foi para a Copa do Mundo dos Estados Unidos em 1994 desacreditada. Seu técnico, Carlos Alberto Parreira, com fama de turrão, convocou Romário, que era unanimidade nacional, apenas nas últimas partidas das eliminatóras na partida , onde Romário marcou varias vezes. A dupla Romário e Bebeto fez grandes apresentações e levaram o Brasil à final. Numa partida sem gols, Brasil e Itália fizeram a primeira final de Copa do Mundo definida por pênaltis. O tetracampeonato veio após Roberto Baggio mandar a bola aos ares e finalizar 3 a 2 . O campeonato serviu como uma redenção a quem ja desacreditava no futebol como esporte nacional.

França 1998
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1998
A esperança do penta estava toda depositada na dupla que havia feito sucesso nos anos anteriores, Ronaldo e Romário. Mas pouco antes da Copa, o Baixinho foi cortado. A Seleção apresentou-se como um bom time, mas havia dúvidas se era forte o suficiente para conquistar o título, pois apresentava deficiências que poderiam ser fatais em algum momento. Após uma difícil semifinal contra a talentosa Holanda, jogo que era considerado por alguns “a final antecipada”, parecia que a Seleção conquistaria o penta. Mas a final contra a França foi, talvez, a mais estranha de todas as finais de Copa já realizadas. Ronaldo, o “Fenômeno”, então considerado o melhor jogador do mundo, teve problemas que, até hoje, são motivos de controvérsia durante a final contra os donos da casa: citaram-se a possibilidade de convulsões, cansaço ou até mesmo uma má atuação proposital. O Brasil foi goleado pela França de Zidane por 3 a 0 em péssima atuação de todo o time, o que gera até hoje comentários de que a Copa poderia ter sido “vendida”.

Coreia do Sul/Japão
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 2002
A seleção brasileira, na preparação para a Copa, não vinha apresentando bons resultados e a mudança constante de técnicos preocupava. O Brasil havia sido eliminado da Copa das Confederações e da Copa América, perdendo para a fraca seleção de Honduras. As eliminatórias foram sofridas, com o Brasil classificando em 3º lugar. Mas aí chegou o técnico Luís Felipe Scolari, famoso pelo seu pulso firme e seriedade. Ele comandou a seleção na Copa do Mundo de 2002 e não cedeu à pressão popular optando por não convocar Romário. Com um futebol pragmático, buscando o resultado, mas sem negar o talento brasileiro, a Seleção de Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho obteve uma campanha numericamente perfeita: sete vitórias em sete jogos. Ronaldo marca dois gols na final, contra a Alemanha, e espanta o fantasma de quatro anos antes. Brasil pentacampeão mundial de futebol.

Alemanha 2006
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 2006
A Seleção Brasileira entrou como natural favorita, devido à campanha da última Copa. Seu ataque era chamado de Quadrado Mágico (Ronaldo, Ronaldinho, Kaká e Adriano). Porém, a seleção não inspirava confiança à todos: havia poucos treinos, farra na concentração e declarações arrogantes. Notava-se, portanto, uma situação inversa à de 2002, onde a seriedade era total. Nos primeiros jogos, o Brasil demonstrava apatia e lentidão em campo, e classificou-se devido à pouca força dos adversários. Os comandados de Carlos Alberto Parreira acabaram caindo novamente diante dos carrascos franceses, liderados por Zidane e Henry. A derrota por um a zero foi decretada com o gol de Thierry Henry.

África do Sul 2010
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo FIFA de 2010
A Seleção Brasileira, comandada pelo capitão do tetracampeonato de 1994, Dunga, venceu tudo que disputou antes da Copa do Mundo de 2010: a Copa das Confederações, a Copa América, e ficou em 1º das Eliminatórias. O Brasil chegava como favorito. O desempenho do técnico era excelente. Na Copa, ficou em 1º lugar de seu grupo, vencendo duas partidas e empatando uma, contra Portugal. Derrotou o Chile nas Oitavas-de-Final, e nas Quartas-de-Final, contra a Holanda, saiu vencendo por 1×0 no primeiro tempo, porém, a seleção voltou irreconhecível no segundo, não jogando o belo futebol apresentado no começo. Em duas jogadas aéreas do jogador Sneijder, o Brasil cedeu e sofreu a virada por 2 a 1, decretando o fim da segunda Era Dunga e também a eliminação brasileira na Copa. Vários motivos para a eliminação foram apontados pela torcida.