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Encenação de um grito de socorro no festemc: festival estudantil de teatro de mogi das cruzes.

Festemc 2019

FESTEMC – Festival de Teatro Estudantil de Mogi das Cruzes “Prêmio Jovem do Teatro Mogiano” chega a sua sexta edição em 2019 e aconteceu entre os dias 16 e 30 de setembro, no Theatro Vasques e ou Praça Mon. Roque Pinto de Barros, para espetáculos de rua.

Podem se inscrever grupos que sejam formados por alunos matriculados nas unidades escolares públicas ou particulares, de ensino médio e/ou fundamental, situadas ou não em Mogi das Cruzes. Os grupos inscritos poderão ter integrantes que não são matriculados na unidade escolar para atuar nas partes técnicas  (direção, iluminação, sonoplastia e outros).

Também será permitida, no elenco, a participação de até 50% de integrantes, que tenham terminado seus estudos e que queiram contribuir artisticamente com o espetáculo, desde que não ultrapassem a idade de 25 anos completos.

Os espetáculos inscritos deverão ter no mínimo 25 minutos de duração e na seleção, que vai comportar no máximo 20 espetáculos, será dada prioridade aos  grupos naturais de Mogi das Cruzes.

Presente no circuito cultural de nossa cidade desde a década de 90, o FESTEMC  foi criado pelo TEM – Teatro Experimental Mogiano e assumido pelo Núcleo de Cultura Ousadia entre 2010 e 2013. Desde então, passou para a tutela da  Secretaria de Cultura, como forma de reconhecimento da história do teatro estudantil da cidade.

Texto retirado do site oficial do festemc:

http://www3.cultura.pmmc.com.br/cadastro/festemc

 

OBSERVAÇÃO: É UMA PLAYLIST  COM 8 VÍDEOS, APÓS O TÉRMINO DO PRIMEIRO VÍDEO É SÓ ESPERAR QUE OS OUTROS IRÃO INICIAR AUTOMATICAMENTE.

 

 

 

 

Projeto Bumba-meu-boi da Professora Deise F. Constant

2ª parte do vídeo

 

3ª parte do vídeo

 

 

Pesquisa na wikipédia 05/08/2017

Bumba meu boi ou boi-bumbá[1] é uma dança do folclore popular brasileiro, com personagens humanos e animais fantásticos, que gira em torno de uma lenda sobre a morte e ressurreição de um boi. [1][2]

Em diversas cidades do Brasil, especialmente no Norte e no Nordeste, mas também em algumas do Sudeste, como Campos dos Goytacazes no Rio de Janeiro, existem agremiações chamadas bois que realizam cortejos ou outros tipos de apresentações, utilizando a figura do animal, tendo muitas vezes caráter competitivo.

A festa tem ligações com diversas tradições, africanas, indígenas e europeias, inclusive com festas religiosas católicas, sendo associada fortemente ao período de festas juninas.[3]

Embora registrado pela primeira vez em Pernambuco, é mais popular no Maranhão. O bumba meu boi maranhense recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) o título de Patrimônio Cultural do Brasil.[4] Ao espalhar-se pelo país, a manifestação adquiriu nomes, ritmos, formas de apresentação, indumentárias, personagens, instrumentos, adereços e temas diferentes. Em Pernambuco é chamado boi-calemba ou bumbá; no Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí é chamado bumba meu boi; no Ceará, é boi de reis, boi-surubim e boi-zumbi; na Bahia é boi-janeiro, boi-estrela-do-mar e mulinha-de-ouro; em Minas Gerais e no Rio de Janeiro é bumba ou folguedo-do-boi; no Espírito Santo é boi de reis; em São Paulo é boi de jacá e dança-do-boi; no Pará, Rondônia e Amazonas é boi-bumbá;[2] no Paraná e em Santa Catarina é boi-de-mourão ou boi-de-mamão;[2] e no Rio Grande do Sul é bumba, boizinho ou boi-mamão.[2]

Peça teatral da Professora Kelly – o mágico de oz

Sinopse do filme gravado em 1939: Dorothy e seu cachorro Totó são levados para a terra mágica de Oz quando um ciclone passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Eles viajam em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz e no caminho encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O Mago pede ao grupo que tragam a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste a fim de ganharem sua juda.
parte 1 do vídeo

parte 2 do vídeo

fotos da apresentação